terça-feira, 29 de outubro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Crack: novos estudos desmentem os mitos

Matéria retirada daqui. Não que ache que uso de crack seja benéfico de alguma maneira, mas é interessante verificar como as drogas são mais uma desculpa que propriamente a causa de tantos problemas:

Nos EUA, uma pesquisa intrigante revela: ideia da “dependência para sempre” é absurda; deve-se oferecer oportunidades, ao invés de estigmatizar usuários

No New York Times, com tradução do blog Desentorpecendo a Razão

Muito antes de ele trazer pessoas para seu laboratório, na Universidade de Columbia, para fumar crack, Carl Hart viu os efeitos da droga em primeira mão. Crescendo na pobreza, ele assistiu os parentes se tornarem viciados em crack, vivendo na miséria e roubando de suas mães. Amigos de infância acabaram em prisões e necrotérios.

Esses viciados pareciam escravizados pelo crack, como ratos de laboratório que não conseguiam parar de pressionar a alavanca para obter mais cocaína, mesmo quando eles estavam morrendo de fome. O crack fornecia a poderosa dopamina ao centro de recompensa do cérebro, de modo que os viciados não poderiam resistir a uma outra dose.

Pelo menos era assim que Dr. Hart pensava quando ele começou a sua carreira de pesquisador na década de 1990. Como outros cientistas, ele esperava encontrar uma cura para o vício neurológico, algum mecanismo de bloqueio da atividade da dopamina no cérebro, de modo que as pessoas não sucumbissem ao desejo de outra forma irresistível para a cocaína, heroína e outras drogas altamente viciantes.

Mas, depois, quando ele começou a estudar os viciados, ele viu que as drogas não eram tão irresistíveis, afinal.
“Oitenta a 90 por cento das pessoas que usam crack e metanfetamina não ficam viciadas”, diz o Dr. Hart, professor associado de psicologia. “E o pequeno número de pessoas que se tornam viciadas não se parecem com as populares caricaturas de zumbis.”

Dr. Hart recrutou viciados oferecendo-lhes a chance de fazer 950 dólares, enquanto fumavam crack feito a partir de cocaína farmacêutica. A maioria dos entrevistados, assim como os viciados que ele conheceu crescendo em Miami, eram homens negros de bairros de baixa renda. Para participar, eles tinham que viver em uma enfermaria de hospital por várias semanas durante o experimento.

No início de cada dia, com pesquisadores assistindo através de um espelho unidirecional, uma enfermeira colocava uma certa dose de crack em um tubo – a dose variava diariamente. Apesar de fumar, o participante ficava de olhos vendados para que não pudesse ver o tamanho da dose desse dia.

Em seguida, depois do uso inicial, eram oferecidas a cada participante mais oportunidades, durante o dia, para fumar a mesma dose. Mas, a cada vez que a oferta era feita, os participantes também podiam optar por uma recompensa diferente, a qual poderiam obter quando finalmente deixassem o hospital. Às vezes, a recompensa era de US $ 5 em dinheiro, e às vezes era um voucher de R $ 5 para mercadoria em uma loja.

Quando a dose de crack era relativamente alta, o participante, normalmente, escolhia continuar a fumar durante o dia. Mas quando a dose era menor, era mais provável a escolha do prêmio alternativo.

“Eles não se encaixavam na caricatura do viciado em drogas que não conseguem resistir à próxima dose”, disse Hart. “Quando eles receberam uma alternativa para parar, eles fizeram decisões econômicas racionais.”

Quando a metanfetamina substituiu o crack como o grande flagelo da droga nos Estados Unidos, Dr. Hart trouxe viciados em metanfetamina em seu laboratório para experimentos semelhantes – e os resultados mostraram decisões igualmente racionais. Ele também verificou que quando aumentou a recompensa alternativa para US $ 20, os viciados em metanfetamina e crack escolheram o dinheiro. Os participantes sabiam que iriam receber o dinheiro somente no fim do experimento, semanas depois, mas eles ainda estavam dispostos a esperar, abrindo mão do prazer imediato da droga.

As descobertas feitas Dr. Hart o fizeram repensar tudo o que ele tinha visto na juventude, como ele relata em seu novo livro, Alto Preço. É uma combinação fascinante de memórias e ciência: cenas dolorosas de privação e violência acompanhadas por análise serena do histórico de dados e resultados de laboratório. Ele conta histórias horripilantes – sua mãe o atacou com um martelo, seu pai encharcado com um pote de calda fervente – mas então ele olha para as tendências que são estatisticamente significativas.

Sim, diz ele, algumas crianças foram abandonadas pelos pais viciados em crack, mas muitas famílias de seu bairro foram dilaceradas antes do crack – incluindo a sua. (Ele foi criado em grande parte por sua avó.) Sim, os primos se tornaram viciados em crack, vivendo em um galpão abandonado, mas tinham abandonado a escola e estavam desempregados, muito antes do crack.

“Parece haver muitos casos em que as drogas ilícitas têm pouco ou nenhum papel para a ocorrência daquelas situações degradantes”, escreve o Dr. Hart, agora com 46 anos. Crack e metanfetamina podem ser especialmente problemáticas em alguns bairros pobres e áreas rurais, mas não porque as próprias drogas são tão potentes.

“Se você está vivendo em um bairro pobre privado de todas as opções, há uma certa racionalidade em continuar a tomar uma droga que vai lhe dar algum prazer temporário”, disse o Dr. Hart em uma entrevista, argumentando que a caricatura de viciados em crack escravizados vem de uma má interpretação das famosas experiências com ratos.

“O principal fator é o ambiente, se você está falando de seres humanos ou ratos”, disse Hart. “Os ratos que continuam pressionando a alavanca para a obtenção de cocaína são os que foram criados em condições solitárias e não têm outras opções. Mas quando você enriquece o seu ambiente, dando-lhes acesso a doces e deixando-os brincar com outros ratos, eles deixam de pressionar a alavanca”.

“Guerreiros contra as drogas” podem ser céticos em relação a seu trabalho, mas alguns outros cientistas estão impressionados. “O argumento geral de Carl é persuasivo e referendado pelos dados”, disse Craig R. Rush , um psicólogo da Universidade de Kentucky que estuda o abuso de estimulantes. “Ele não está dizendo que o abuso de drogas não é prejudicial, mas ele está mostrando que as drogas não transformam as pessoas em lunáticos. Elas podem parar de usar drogas quando são fornecidos reforçadores alternativos”.

Uma avaliação semelhante vem de Dr. David Nutt , especialista britânico sobre abuso de drogas . “Eu tenho uma grande simpatia com a visão de Carl”, disse Nutt, professor de neuropsicofarmacologia do Imperial College London. “O vício sempre tem um elemento social, e este é ampliado em sociedades com poucas opções de trabalho ou de outras formas de encontrar satisfação.”

Então, por que manter o foco tanto em medicamentos específicos? Uma razão é a conveniência: É muito mais simples para os políticos e jornalistas se concentrarem nos males das drogas do que lidar com os grandes problemas sociais. Mas o Dr. Hart também coloca parte da culpa sobre os cientistas.

“Oitenta a 90 por cento das pessoas não são afetadas negativamente pelo uso de drogas, mas, na literatura científica, quase 100 por cento dos relatórios são negativos”, disse Hart. “Há um foco distorcido em patologia. Nós, os cientistas, sabemos que temos mais dinheiro, se continuarmos dizendo ao governo que vamos resolver este terrível problema. Temos um papel desonroso na guerra contra as drogas”.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Watchmen - The movie

Já postei algo sobre Watchmen aqui uma vez e até falei que o filme não era muito bom.

Enfim, assisti o filme novamente, desta vez a versão final do Diretor. Acredito que o filme é como os quadrinhos, quanto mais se vê, melhor fica. Desta vez achei o filme bem melhor. Assistam!


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Scarface

Já tinha ouvido e lido muitas referências sobre este filme, mas não tinha assistido ainda até semana passada.

É um puta filme, daqueles sem filtro, na veia. E esse final, um dos melhores que já vi:


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Por que vou às ruas?

Vejo alguns políticos entre outras pessoas dizendo que estes protestos não tem sentido, não tem nada de concreto e são tardios. Bom, na sexta irei as ruas também e vou colocar aqui o por que vou às ruas:

1º Motivo Inicial: que fez a massa se levantar, melhorias no transporte público. O que eu quero (especificamente na minha cidade) é que deixem os pontos de ônibus em melhor estado, já que os que onde eu geralmente pego ônibus estão cheios de sujeira; quero mais ônibus, já que os que tem, para economizar, fazem um trajeto que demora mais de meia hora só no meu bairro, por que passam em quase todas as ruas para assim não colocar outros ônibus, um trajeto que demoraria 10 minutos de carro levo 40 de ônibus; quero que seja mantido o transporte intermunicipal para estudantes, já que a gente está prestes a perder ele por incompetência da prefeitura, que deveria liberar gratuitamente apenas para alunos de baixa renda, mas com uma péssima análise liberou para quase todo mundo e agora diz que está gastando muito com ele e quero o balanço patrimonial da Nardelli esteja aberto aos cidadãos e de fácil acesso, para assim vermos o quanto ela lucra e se os aumentos realmente são justificados pelos custos ou apenas compulsórios, já que sempre aceitamos eles.


2º Motivo Principal: competência na máquina pública.

*O que eu quero primeiramente é explicações de como se gastou tanto nessa copa do mundo e por quê;

*Quero saber quem são os culpados por terem feito orçamentos bem menores do que os reais e quero que estas pessoas sejam demitidas;

*Quero saber os planos para os estádios depois da copa e quem foram os responsáveis;

*Quero que acabem as obras superfaturadas, quero profissionais públicos que saibam fazer contas;

*Quero respostas, vindas dos líderes, de como o Brasil sendo um dos países que mais arrecada tem tanta precariedade nos serviços públicos;

*Quero que mude o modo de operar dos órgãos públicos para uma forma mais profissional, quero outro estatuto do funcionário público, outro tipo de organograma, para que eles trabalhem com mais empenho, quero que possamos nas eleições dar notas aos serviços públicos e através delas verem o que se tem de mais precário na localidade;

*Quero transparência no poder público, quero que todas as notas fiscais, todo o livro caixa da prefeitura, do estado e do município estejam disponíveis ao cidadão e de fácil acesso;

*Quero um legislativo muito menor e muito mais barato, já que boa parte dos deputados e vereadores não fazem nada, não apresentam nenhum projeto e pouco votam em outros projetos, e quando votam, votam no que lhes favorecem pessoalmente de alguma forma e mesmo assim ganham salários e bônus absurdos.

*Quero um estado menor e forte e não a farra do boi que é hoje, com 500 ministérios e ninguém sabendo direito o que cada um faz, com uma tonelada de cargos apenas por razões políticas;

*Não quero Feliciano na comissão dos direitos humanos, quero razões concretas do por que um cara como ele ter esse cargo;

*Não quero a PEC37, e não quero que Lourival Mendes, o autor dessa PEC, seja eleito nunca mais.

* Quero punição imediata dos culpados do mensalão, não quero manobras petistas para tentar tirar poder do supremo e quero, caso continue essa barbaridade, que nenhum político petista seja eleito;

*Chega de demagogia! Não quero discursos populistas! Quero eficiência! Chega de velhinhas e crianças em horários políticos, quero propostas de verdade, quero profissionalismo!



Aí está alguns dos motivos de eu protestar. Agora, vou falar o que quero dos jovens:

Que continuem lutando e parem de reclamar no facebook de quem faz alguma coisa.



E dos velhos:

Quero que se não forem ajudar nas ruas, ajudem nas urnas. Quero mente aberta aos protestos, quero que pelo menos torçam pelos seus jovens.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Django Unchained

Cara... Tarantino e o Cristoph Waltz são fodas.



Leonardo, Samuel e Jamie também.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

QUEEN LIVE AT WEMBLEY

Um dos shows mais masssas.



Keynes e os keynesianos

Peguei de novo do Drunkeynesian

Concordo muito com isso, a maioria restringe Keynes a um louco por demanda, que não pensa nas consequências. Sempre reluto com a opinião de que a solução, para Keynes, sempre seria fomentar demanda. 

A sagacidade de Keynes no debate público é melhor lembrada por sua observação de que "no longo prazo todos estaremos mortos", mas Keynes não se reconheceria nessa indiferença contemporânea pelos riscos de longo prazo. Recentemente, ouvi a história de que, ao sair de uma reunião de economistas keynesianos no Canadá, após o acordo de Bretton Woods, Keynes observou que provavelmente era o único economista não keynesiano na sala. 

André Lara Resende no Valor de hoje.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Terno

Ouvi estes caras um tempo atrás e vou te falar: melhor banda brasileira que conheci há tempos.



Bonus track:


"La-la-ra-la-la chop-chop-chop-chop
Ai como eu gosto de matar
Nada me deixa mais contente
E feliz a saltitar"


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cause its you ooooooooo

Nem tenho nada para falar, só gostei para caralho da música.


Rap Keynes x Hayek

Apesar de eu achar que essa discussão entre clássicos e keynesianos seja defasada e que mais atrapalha que ajuda na maioria dos casos, estes vídeos ficaram muito bons.

Neles, Keynes defende o keynesianismo (óbvio) e Hayek os clássicos em uma batalha de rap, falando desde 29 até os dias atuais, com as crises dos EUA de 08 e a atual Europeia.

Achei meio tendencioso para o lado dos liberais, mas dá para tirar bastante coisa desses vídeos e de uma maneira divertida. Enjoy!








quinta-feira, 11 de abril de 2013

Até onde vai a ignorância religiosa?

Eu, como já afirmado anteriormente aqui no blog, não sou fã de religião. Acho perca de tempo.

Porém, não sou eu que vou julgar religiosos, afinal, cada um faz o que quer com seu tempo livre.

Mas, dias atrás, assisti esse vídeo do tal Feliciano, da Comissão dos Direitos Humanos, e fiquei perplexo.


Perplexo, primeiro, por não entender como um sujeito de opiniões retrogradas e preconceituosas como estas pode ocupar um cargo relacionado a direitos humanos. Segundo por ver quanta gente apoia estas opiniões ridículas e infelizes desse cara.

John era um cara que, acima de tudo, principalmente no fim da carreira, pregava a paz, o amor, a vida. Uma frase (tirada do contexto, by the way) dizendo que Os Beatles eram mais famosos que Jesus, o que ao meu ver não é nenhuma grande ofensa (sou mais famoso que você, lero lero), invalida todo o bem que ele fez? Ele merece a morte por dizer isso? Sério? O deus inventado pelos homens é tão vingativo assim? É só falar que você é mais famoso que o filho dele e ele vai lá e te mata?

Sou da opinião de que não se discute religião por esta ser baseada em dogmas. Ou seja, quem é religioso não se importa com provas ou razão. Então como não há como discutir, deixo aqui nesse fim de texto apenas TODA MINHA INDIFERENÇA PELAS HISTORINHAS DA BÍBLIA E MEU NOJO DE GENTE QUE PENSA COMO FELICIANO.







quinta-feira, 4 de abril de 2013

O combate a deflação.

Enquanto no Brasil, estamos tentando derrubar a inflação, do outro lado do mundo, o Japão tenta a duras penas, conseguir alguma. O país vem sofrendo com a deflação e a estagnação economica a algum tempo e agora realizou algumas medidas não muito católicas para tentar mudar o panorama.

As medidas estão no site do Uol, clique aqui para ver.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Black Keys

Um tapa na cara de quem fala que hoje em dia não tem bandas de rock boas.



Sistemas Bancários

Peguei no Drunkeynesian

Interessante perceber como os bancos são saudáveis nos emergentes, o monstro comedor de dinheiro que são os States, a pindaíba dos bancos do Japão e, óbvio, os do Chipre e a estagnação dos da Europa em geral.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Brasil: 6ª economia, 87º IDH.

Comentário simples, mas sempre bem feito de Miriam Leitão sobre o IDH.


Miriam Leitão sobre o IDH

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Dazed and Confused



Pode-se dizer que os pilares da economia mundial não vivem seus melhores momentos. Crise na Europa, EUA tentando se recuperar, crescimento na China, ainda gigantesco, baixando. No Brasil o cenário também não é bom, apesar de todo o esforço do governo para provar o contrário.

As privatizações na infraestrutura não estão do jeito esperado... falta investidores. A indústria, apesar das reduções de IPI e outros incentivos pontuais, continua em declínio. O setor de serviços, em declínio. O PIB em geral, a mesma coisa. Inflação subindo. E o governo? Tentando maquiar tudo.

Vejo em vários blogs grandes de economia descerem o pau no governo por tentar maquiar e usar mecanismos de curto prazo para estancar a queda no crescimento. Não digo que concordo, mas entendo o governo... num país que sofreu tanto com inflação, uma ameaça de grande alta gera muito medo, ainda mais num cenário onde está ruim para todo mundo. Além de que, os termômetros da economia, in my humble opinion, não mais refletem o que acontece.

Os ensinamentos da economia dizem que para o país se manter é preciso um PIB crescente, mas não há um limite para esse crescimento? Como tudo na vida, crescimento tem limite. A UE não tem crescido muito por causa da crise, mas talvez seja esse o cenário econômico que a espera daqui para frente. Tentar estruturar a economia em um ambiente com pouco crescimento é um desafio que certamente será enfrentado pelos países desse grupo em um futuro próximo.

Outro ponto é o estardalhaço que qualquer desconfiança na economia pode causar. Quando o governo anunciou a antecipação da renovação das concessões no setor de energia, não só as ações das geradoras de energia, como também das distribuidoras, que pouco tinham a ver em relação ao assunto, caíram. O governo realmente não pensou nos prejuízos que essa antecipação traria, e a queda no valor das ações das geradoras era esperado. Mas por que das distribuidoras também? E as ações do Facebook, que saíram do forno com valores exorbitantes e, logo depois, tiveram queda brusca. É o efeito loja nova também no mercado de ações?

Estamos hoje na era da informação, e com ela veio os ativos intangíveis, e o problema de valorizar estes bens que não podem ser tocados, também veio a globalização e com ela a correnteza de dados que jorra de todas as direções. Aí eu me pergunto, como posso confiar nos meus investimentos se eles estão aplicados em bens que nem posso ver? Em qual dos mil e um analistas de mercado devo confiar? Como posso dizer que minha empresa brasileira está bem se uma pneumonia no presidente da China pode fazer o valor dela cair pela metade?

Aí culpam o governo por tentar esconder do povo todo esse caos. Novamente digo: não concordo, mas compreendo-o.